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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A MAIOR RIQUEZA É A SABEDORIA



CAROS AMIGOS, TODO NÓS BUSCAMOS AQUILO QUE CHAMAMOS DE "RIQUEZA", PARA QUE POSSAMOS TER UMA VIDA MAIS CONFORTÁVEL, É VERDADE OU NÃO É?
POIS ENTÃO, JÁ SE PERGUNTOU: POR QUE EXISTEM HOMENS MILHONÁRIOS E OUTROS MUITO POBRE QUE VIVEM NAS RUAS?

ALGUNS ESTUDOS FEITOS NO RAMO DA PSICOLOGIA AFIRMAM QUE HOMENS BEM SUCEDIDOS TEM ALGO CHAMADO "SABEDORIA", MAS O QUE É ISSO?

ESSE TEXTO ABAIXO TENTARÁ EXPLICAR ISSO:

A HISTORIA DE SALOMÃO

Salomão é o nome mais respeitado que existe no seio de um imenso número de religiões, seitas e Sociedades Secretas. Por que Salomão se tornou tão importante perante tão heterogêneos sistemas místico-religiosos? Por que tantas linhas de pensamentos, muitas vezes bem diferentes confluem até Salomão?

Quando se fala de Salomão torna-se muito difícil separar o que é verdade do que é lenda, sendo assim quase impossível se estabelecer os limites onde termina a verdade histórica e onde começa a lenda.

Quando Davi estava avançado em idade ele ansiava por cumprir uma promessa que não era somente dele, mas também de todo o povo hebreu: Edificar um grande templo dedicado ao deus de Abraão e que ele próprio não pudera construir em virtude das inúmeras guerra com que se ocupou em todos os anos de sua vida.

Afim de que tenhamos uma melhor compreensão do problema que tentamos evidenciar nesta palestra é oportuna uma comparação entre acontecimentos relatados na Bíblia com os que são citados no Alcorão, livro sagrado dos islamitas, e ligados ao Rei Salomão, para que se tenha conhecimento de muitos pontos que são obscuros numa tradição e bastante clara na outra.
Embora não esteja relatado na Bíblia, mesmo assim, é verdade que Salomão quando da velhice de seu pai Davi não estava presente na Palestina. Ele, segundo algumas informações contidas em documentos particulares de algumas ordens Iniciáticas, estava no Egito para onde fora a fim de tomar conhecimento do como estavam sendo dirigidas as Escolas Iniciáticas, e sobre a natureza do que, e do como, estava sendo ensinado lá, pois isso dizia respeito diretamente à sua principal missão na terra. Salomão tinha como primeiro objetivo expurgar as influências do lado negativo dentro das fontes de conhecimento de então. Sabe-se que em Memphis Salomão foi iniciado nos GRANDES MISTÉRIOS egípcios numa Escola ligada diretamente à Grande Fraternidade Branca, naquela época sediada no Egito.

Com a aproximação da morte de David, Salomão foi chamado do Egito e quanto chegou à Palestina o seu irmão Adonias estava praticamente no poder.

A Bíblia não traz referências quanto à vivência de Salomão no Egito. Aquele livro apenas cita que ele desposou uma filha do Faraó ( Reis I 3-1 ).

Também em Reis 14.29 e seguintes é citado que a sabedoria de Salomão era maior do que a sabedoria de todos os reis do Oriente e do que a sabedoria dos egípcios. Vê-se que Salomão estava de alguma forma ligado a várias fontes de conhecimentos, especialmente aos conhecimentos dos egípcios.

Quando Salomão esteve no Egito haviam transcorrido cerca de 482 anos desde a partida dos hebreus do Egito e de quando eles trouxeram grandes conhecimentos secretos, razão da contra ordem dada pelo Faraó para deter o êxodo.

A sabedoria de Salomão derivava das próprias tradições de seu povo, mas, então aquela sabedoria em parte havia não apenas sido em parte esquecida, mas principalmente adulterada pela Conjura e por influencia da natureza negativa tendo a frente Jehová. Naquele período as Escolas de Mistérios ainda estavam muito ativas e possuindo muito sabedoria. Por tal razão Salomão foi enviado ao Egito a fim de se inteirar do como as verdades estavam sendo guardadas e ensinadas.

Salomão mostrou ser uma pessoa de sabedoria incrível. Conhecia todos os segredos da história da humanidade, dominava todos os conhecimentos da sua época bem como do passado. Não era uma pessoa comum e nem "santa" segundo os atributos dos santos da Igreja Católica. Essencialmente era uma pessoa sábia, de consciência clara, portanto.

Na primeira fase de sua vida pública, o que ele tinha de especial era um conhecimento imenso, algo fora do comum, estava infinitamente adiante dos demais seres de sua época. O que havia nele de especial era o saber e não um caráter de bondade piegas.

Foi aquele jovem rei Salomão a quem Davi deu a incumbência de construir um templo onde deveriam ser guardada a Arca da Aliança, juntamente com as Tábuas da Lei.

A Maçonaria explica de forma muito especial e detalhada as diferentes etapas da construção daquele templo e praticamente baseia a sua ritualística nele.

No que diz respeito a Salomão haver construído um templo o qual era um compromisso do povo hebreu para com Jehová é mais um paradoxo, pois se Salomão tinha conhecimentos da infiltração do lado negativo da natureza no seio da cultura e da religião hebraica por qual razão Ele tomou construiu aquele templo? Sendo Salomão sabedor da natureza de Jehová não é fácil se entender como Ele se dedicou àquela construção.

Se Salomão não empreendesse a construção do templo os hebreus continuariam inabalavelmente no propósito de construí-lo mais cedo ou mais tarde. Assim sendo Salomão preteriu ele mesmo empreender aquela obra. Construindo o templo, Salomão poderia dar-lhe um outro destino e foi assim que aconteceu. Por um lado Ele atendeu aos anseios do povo enquanto que por outro lado Ele deu-lhe um objetivo bem diferente. Seguiu as especificações técnicas e arquitetônicas, mas a destinação prático dada foi bem diferente. O templo não era apenas um local de acendimento religioso, mas sim uma verdadeira universidade apta a funcionar essencialmente como uma Escola de Mistérios semelhante àquelas que existiam no Egito Antigo.

Levado pelo seu imenso saber, e especialmente por haver sido membro destacado das Escolas de Mistérios no Egito, o rei Salomão construiu o Templo de Jerusalém de maneira a funcionar como uma Escola de Saber Oculto e não apenas uma casa de devoção a Jehová.

Salomão, o Rei de maior sabedoria entre todos os reis... Qual o imenso saber de Salomão? - Já dissemos que Ele foi um INICIADO nos Mistérios Menores e Maiores da Escola Iniciativa de Memphis no Egito. Os Mistérios menores envolviam todos os conhecimentos históricos e científicos da humanidade, mas somente com os Mistérios Maiores é que o postulante aprendia o domínio da mente. Além do conhecimento já existente nas Escolas de Mistérios de Memphis Salomão dominava magistralmente os ensinamentos da Cabala Hebraica e especialmente pelo Seu saber inato, saber que Ele tinha em si mesmo, que trazia consigo mesmo, pois sua consciência era uma projeção da Consciência Cósmica na terra.

Foi exatamente essa capacidade natural o que motivou o seu pai Davi a enviá-lo para o Egito afim de melhor tomar ciência do que estava sendo ensinado lá e assim Ele com mais habilidade pudesse sucedê-lo como rei de Israel, mesmo que tal atitude viesse a ferir o direito de progenitura de Adonias.

Adonias não tinha propensão para o saber oculto, era um espírito sem desenvolvimento algum, por isto nos bastidores da Conjura ele era o tipo ideal para governante. Jamais alguém como Salomão poderia ser da simpatia de da Conjura do Silêncio, e bem menos ainda ser aceito pela força negativa.

Naquela disputa entre Adonias e Salomão, na realidade por detrás havia um jogo tremendo entre os OBSCURANTISTAS, os INICIÁTICOS, e especialmente a FORÇA NEGATIVA.

Exatamente por ser detentor de conhecimentos ocultos, especialmente aqueles ligados à Cabala, Salomão foi aceito como o protetor dos magos. É tido como o rei da magia, das ciências ocultas, do hermetismo, etc. Através desses conhecimentos ele se impõe aos cultivadores das doutrinas secretas, das diferentes formas de magia, da maçonaria, e de quase todas as saciedades e doutrinas secretas do ocidente. Como um dos principais reis de Israel ele chegou a ponto das grandes religiões do ocidente como o Islamismo e muitas Igrejas Cristãs Tê-lo no mais elevado conceito.

Dizem os cabalista que Salomão foi o maior entre os maiores conhecedores dessa ciência. Ele detinha, segundo todas as fontes de informações, um poder incrível sobre as forças da natureza. Assim o grande poder de Salomão dominava todos os gênios da natureza. Diz a tradição que Ele impunha a sua vontade sobre todos os "demônios" ( Não cabe nesta palestra discutir se os gênios, anjos, demônios, Djins, elementares e outras formas de existência são reais ou imaginários. Citamos essas entidades para justificar o porquê de Salomão ser reconhecido simultaneamente por cristãos, magos, feiticeiros, cabalistas, místicos, etc.

SALOMÃO é respeitado pelos magos e feiticeiros de todos os tempos. O seu nome aparece nos livros sagrados dos cristãos tanto quanto nos islamitas, ou nos tratados de magia branca, assim como de magia negra; nos livros de Maçonaria e nos de inúmeras outras ordens iniciáticas e sociedades secretas.
Somente se entendendo a problemática da humanidade, no que diz respeito aos obscurantistas, e aos iniciáticos é que se pode tirar as dúvidas, afastar as desconfianças do contrário se torna decepcionante ver o nome de Salomão ligada à seitas demoníacas, e a muitas formas de conhecimento oculto.

Passemos às lendas, aos mitos, e à algumas estórias verdadeiras ligadas a Salomão.

O grande Rei, dizem, era detentor de um anel mágico, um anel cabalístico que Lhe dava poderes maravilhosos, e no que existia desenhado o famoso SÍMBOLO DE SALOMÃO, também conhecido por SIGNO SALOMÃO por haver sido usado pelo Rei como sinete com o qual eram autenticados os documentos. Ainda existem alguns daqueles documentos autenticados com o anel de Salomão em arquivos de sociedades secretas e mesmo em museus.

O anel de Salomão era um talismã valiosíssimo com o qual Salomão submetia à sua vontade todos os gênios e demônios. A Tradição Místicas dos árabes é riquíssima no que diz respeito aos imensos poderes do REI no domínio de todas as forças da natureza. Pela Bíblia é pode-se sentir o quanto era vasta a sabedoria do GRANDE REI.

Uma das tarefas de Salomão foi a construção do Templo de Jerusalém, promessa do povo hebreu ao deus de Abraão e o principal desejo de Davi.

Dizem as tradições de algumas doutrinas que na construção do templo não se escutava qualquer ruído embora ali a pedra fosse trabalhada profusamente. Para explicar isto muitos afirmam que as pedras foram trabalhadas em pedreiras distantes transportadas já devidamente cinzeladas até o local da construção onde somente eram montadas. Mas os que assim afirmam desconhecem a verdade. Uma verdade velada, um dos grandes mistérios das civilizações antigas. O fato dos blocos haverem sido transportados não explica o não se ouvir os ruídos da construção, dos deslocamentos blocos e da cooptação de uns nos outros. Mesmo numa de nossas construções atuais feita com pequenos tijolos de barro, para ajustá-los devidamente escutam-se batidas de ferramentas. Como, então, explicar que na construção do Templo em que foram utilizados blocos grande de pedra barulho algum fosse propagado?

Para explicar isto vamos invocar aquilo que está escrito nos livros religiosos islamitas.

Salomão na construção do templo invocou o auxilio dos "gênios" graças aos poderes cabalísticos que possuía. Assim os gênios se submeteram a vontade de Salomão e foram obrigados a trabalhar como escravos. Mesmo estando sendo construído por gênios Salomão tinha o sossego quebrado pelos ruídos da lapidação das pedras, pelo ajustamento dos blocos nas paredes. Incomodado por isso o rei indagou dos "gênios" se aquele trabalho não poderia ser feito em silêncio e assim exigiu que a obra fosse trabalhada sem ruído algum. Os "gênios" disseram que tal era impossível para eles, mas que existia um "gênio" que tinha tal conhecimento, mas que fugira à convocação de Salomão. Este, por meio de processo mágico localizou o "gênio" rebelde e usando o poder do seu anel submeteu-o e este teve de explicar a maneira como trabalhar a pedra em silêncio. O gênio foi obrigado a revelar aquele segredo dizendo: "Oh Rei. Cobre o ninho daquele corvo com uma campânula de pedra e descobrirás aquilo que desejas". Salomão assim procedeu e verificou que o corvo ao regressar para o ninho havendo encontrado os ovos cobertos voou e regressou depois trazendo um certo tipo de erva que depositou sobre a campânula de pedra sob a qual estavam os ovos. A erva foi libertando seiva e esta amoleceu completamente a pedra e assim o corvo conseguiu com o bico libertar os ovos. Imediatamente o Rei ordenou que aquela seiva fosse utilizada para tornar os blocos de pedra amolecidos e assim tudo pode ser construído em silêncio. Depois dos blocos cortados, moldados, e ajustados novamente eram solidificados.

Isto por certo é uma das lendas sobre Salomão, mas na verdade o Rei tinha conhecimento do como amolecer a pedra, pois a técnica de amolecimento da pedra é uma realidade, mas que na história de Salomão aparece em uma forma lendária. Sobre esse mito repousa uma grande verdade, tanto a técnica de amolecimento de rocha existia no passado como também o Rei submeteu muitos "gênios" da natureza, especialmente "gênios" servidores da força negativa.

Com certeza Salomão não aprendeu a amolecer pedra da maneira como diz a lenda, mas sendo detentor de Consciência Cósmica ele sabia de todas as técnicas e ciências, sem falar nos conhecimentos a que teve acessos nas Escolas de Mistérios, nas fontes de conhecimento do Egito desde que aquela técnica foi amplamente empregada na construção das grandes construções do Egito e oriundos da Atlântida. Este é um dos grandes segredos da antigüidade e que explica os grandes paradoxos das construções megalíticas da pré-história.

Assim se pode saber como os egípcios que só dispunham de serra e brocas de bronze podiam executar monumental trabalho em pedras. ( aquela erva cuja seiva amolece a pedra não é uma raridade, ela existe em abundância no Brasil).

Não são apenas as lendas islamitas e maçônicas que falam da construção do Templo de Salomão. Existem inúmeras outras que se completam e cada uma guarda em si ensinamentos vários, e lições morais interessantíssimas.

Com o término da construção do templo Salomão cumpriu a promessa feita pelo seu pai Davi e paralelamente o povo hebreu cumpriu a promessa feita a Jehová.
pentagrama

Estrela de cinco pontas ou Pentagrama que era um símbolo do Rei Salomão
Durante a construção Salomão começou a fazer ver que uma obra arquitetônica muito bem pode simbolizar a via de desenvolvimento e evolutiva de uma pessoa humana. Tudo pode ser construído, moldado, lapidado, polido, e ajustado na vida do ser humano, tal qual numa edificação de pedras. Assim a construção moral do ser pode ser simbolizada pela construção de um edifício material. Mas, a construção do ser humano em suas qualidades espirituais é uma obra mais grandiosa que qualquer templo material, algo bem mais imperecível, pois que jamais pode ser destruída. Assim Salomão estabeleceu as bases de uma nova ordem social utilizando para a construção desse homem novo as mesmas bases que fora empregada para a edificação do templo e assim criou uma Escola Iniciática em que as pessoas eram distribuídas em três graus tal como os obreiros eram classificados na construção do templo material. Isto é essencialmente a base da Maçonaria.
A estrutura física do edifício do Templo de Jerusalém não condiz de forma alguma com as linhas clássicas de um templo religioso e sim com as de uma universidade.

Com a criação daquele templo destinado ao aperfeiçoamento do ser humano o Rei Salomão quis criar algo eterno, um templo imaterial para que o homem pudesse se desenvolver e evoluir em saber. Para que ele pudesse ascender no cumprimento daquilo para o que está destinado, o desenvolvimento cósmico de sua natureza. O templo material poderia ser o cumprimento de uma promessa feita pelo povo hebreu àquele ser que se intitulava Jeová, o senhor dos exércitos, mas o imaterial a Escola Arcana de Sabedoria, esta visava homenagear o Ser Superior, à Consciência Cósmica, Supremo Criador de todas as leis universais, Creador de bilhões de sistemas plenos de vida. À este o rei Salomão dedicou paralelamente não um templo material, uma escola de mistérios, em termos atuais.

Nas Escolas de mistérios e no Templo de Salomão se aprendia muito sobre ciências altamente adiante da época. Lendo-se os antigos filósofos vemos claramente que eles conheciam muitos princípios científicos atuais. Por exemplo, a idéia de que a matéria era constituída de estrutura que os gregos chamaram átomos e cujo enunciado é atribuído a Demócrito, a Leucipo e a Epícuro, na realidade a idéia não partiu daqueles filósofos. Demócrito recebeu-a de Moschus, o Fenício, a informação precisa de que o átomo era indivisível ( quimicamente ).

Segundo Tales de Mileto e Anaxímenes, a Via Láctea era constituída de estrelas.

Galileu confessou claramente que suas afirmativas a respeito do movimento da terra ele a colhera dos antigos, Copérnico, considerado o criador da teoria heliocêntrica, no prefácio de sua obra dedicada ao Papa Paulo III, diz textualmente que descobriu o movimento da terra nos escritos dos antigos. Na realidade não foi Newton quem descobriu a "Lei da Gravidade Universal", também conhecida como "Lei do quadrado das distâncias". Antes dele, Pitágoras já havia afirmado isto, e antes deste, Plutarco disse que havia uma atração recíproca ente os corpos, que o sol atraia a terra.

Uma magnífica indagação é sobre o que constava nos milhares de manuscritos da Biblioteca de Alexandria que foi totalmente destruída. Também nas 200.000 obras da Biblioteca de Pérgamo? Seriam apenas historietas? A realidade é que havia ali muitos conhecimentos científicos, históricos filosóficos tudo sobre a gênese da terra, dos espíritos e do universo.

Como Salomão esteve ligado a diversas fontes que tinham esse tipo de conhecimento é de se admitir que ele tinha pleno conhecimento, um conhecimento abrangente de tudo quanto havia naquela época. Atualmente é que no templo de Jerusalém havia algum instrumento igual ou equivalente aos atuais pára-raios.


Talves voçê deve estar se perguntando, mas como posso obter sabedoria? ou o que o Salomão tem a haver com sabedoria e riqueza?

Simples esse texto não é para explicar nada , é simplimente para voçê refletir sobre o assunto...se fizer isso já começou a ter sabedoria.

abraços

Prof Davi Domingues



FONTE:www.joselaerciodoegito.com.br

quarta-feira, 14 de julho de 2010

O SEGREDO DA PROSPERIDADE DOS JUDEUS

Esse artigo é uma lição sobre a cultura dos Judeus.

Prof. Davi Domingues

Teologia judaica e teoria econômica





por Corinne Sauer

Publicado em 16 de agosto de 2007






Há poucas obras escritas por acadêmicos judeus ortodoxos sobre a relação entre socialismo, capitalismo e judaísmo. Uma leitura atenta na literatura relevante, entretanto, sugere que é possível postular cinco axiomas básicos da teoria econômica judaica dos quais muitas implicações de política econômica podem ser deduzidas. Apesar de não serem exaustivos, nossos cinco axiomas representam, o melhor de nosso saber, a primeira tentativa de formular uma lista parcimoniosa de princípios básicos que ajudem a sistematizar os fundamentos do que chamamos de teoria econômica judaica.



A PARTICIPAÇÃO NO PROCESSO CRIATIVO

O primeiro axioma da teoria econômica judaica que postulamos é: “o homem é criado à imagem de Deus”. No judaísmo, essa afirmação é interpretada significando que Deus é o Criador do mundo e que o homem é criador no mundo. Ao homem foi dada a essência divina para ser um parceiro de Deus no ato da criação (Talmud da Babilônia, Shabat 10a). A Midrash diz “Tudo o que foi criado durante os seis dias que Deus criou o mundo ainda requer trabalho” (Genesis Rabba 11:6). Deus deu ao homem um mundo incompleto, e o homem deve ajudá-lo a aperfeiçoar a criação por meio do domínio dos recursos materiais, do trabalho e da inovação.

Seguindo essas passagens [do Gênesis], a Midrash recorda a estória do Rabino Akiva, que pôs grãos e pão diante de um general e o perguntou o que ele preferia comer (Tanhuma Tazria 19). No judaísmo, o trabalho, a atividade criativa e a inovação são caminhos por onde a imagem divina é expressa.



PROTEÇÃO DA PROPRIEDADE PRIVADA

O segundo axioma da teoria econômica judaica é o de que os direitos da propriedade privada são essenciais e devem ser protegidos. Ao homem é dado o potencial para criar, mas os sábios judeus reconheceram claramente que o homem só iria dominar o mundo material, trabalhando e inovando caso possuísse a capacidade de se apropriar dos frutos do seu trabalho. Para motivar o homem a cumprir o mandamento de participar no ato da criação, a proteção certa e intransigente da propriedade privada era tida como essencial.

Notem que dois dos dez mandamentos se relacionam diretamente com a salvaguarda da propriedade privada; “Não roubarás” e “Não cobiçarás nada que pertença ao próximo”. A proibição contra o roubo inclui não só essa modalidade, mas também, várias formas de roubo por logro ou práticas comerciais não éticas, tais como o uso de falsas medidas numa transação. A segunda proibição vai além e proíbe os judeus de cobiçar as posses de outrem, mesmo se não houver uma aquisição de propriedade ilegal. A punição para a violação dos mandamentos é bastante dura, demonstrando a imensa importância da propriedade privada na tradição judaica. De fato, o dilúvio da época de Noé é entendido pelos rabinos como punição pelos pecados contra a propriedade privada.



A ACUMULAÇÃO DE RIQUEZAS

O terceiro axioma da teoria econômica judaica é o da acumulação de riqueza como virtude, e não como vício. O homem é obrigado a participar do processo criativo, não deve ser desmotivado pela proteção inadequada da propriedade privada, e é abençoado quando o resultado do trabalho honesto é a acumulação de riqueza.

O Talmud ensina: “Aquele que se beneficia de seu próprio trabalho é maior do que aquele que teme o paraíso” (Berachot 8a, Avot 4:1). Na Torá, os trabalhadores produtivos e virtuosos são repetidamente recompensados com grande riqueza. A Torá descreve com muitos detalhes a riqueza dos patriarcas, Abraão, Isaac e Jacó. A riqueza, acumulada honestamente, é sinal de grande esforço, habilidade e sucesso em parceria com Deus no processo criativo. O indivíduo rico é aquele é bem sucedido em elevar o mundo material e expressar a imagem divina.

Os sábios do Talmud recordam a recusa a experimentar se beneficiar do trabalho e a acumular riqueza como um comportamento perigoso que pode levar à loucura. Uma afirmação particularmente forte contra o ócio pode ser encontrada nos escritos de Maimonides. Ele alega que “Quem quer que tenha no coração que deva se entregar ao estudo da Torá e não trabalhar, e, ao invés, seja sustentado pela caridade, difama o nome do Senhor, avilta a Torá, extingue a luz da fé, causa mal a si mesmo e se retira do mundo que há de vir” (Mishnê Tora 8:13). A afirmativa de Maimonides é dirigida para os indivíduos que escolheram o aprendizado da religião ao trabalho. Considerando que o estudo da Tora é em si mesmo uma obrigação religiosa, podemos facilmente inferir quão fortes essas palavras soariam para alguém que escolha somente o lazer, seja ela rica ou pobre.

A capacidade louvável da acumulação de riqueza não significa, de modo algum, que o judaísmo não está interessado na causa dos pobres. A todos os indivíduos é ordenado ajudar os membros mais pobres da sociedade por intermédio de doações à caridade. No entanto, a obrigação de doar, chamada Tzedakah, é mais sutil do que isso e não deve ser confundida com a redistribuição de renda. A redistribuição de renda objetiva reduzir as desigualdades de renda porque as disparidades de renda são vistas como injustas e imorais – essa não é uma visão judaica.



CUIDAR DOS MAIS NECESSITADOS

O quarto axioma da teoria econômica judaica nos propõe a obrigação de cuidar dos mais necessitados por doações para a caridade. O estudo do pensamento econômico feito por Meir Tamari demonstra claramente que a preocupação compassiva pelos pobres é um poderoso tema judaico, como não foi para os gregos e romanos pré-cristãos. A Torá menciona o mandamento de fazer caridade (Tzedakah, literalmente significa justiça) e no Parashat Re’eh: “Não deves endurecer o coração ou fechar a mão para seu irmão necessitado” (Deut. 15:7–8). O papel do homem no mundo não é só trabalhar, criar, inovar, acumular riquezas e elevar o mundo material, mas também, cuidar dos mais necessitados. Como explica Maimonides no “Guia para os perplexos”, “não realizamos um ato de Tzedakah quando cumprimos nossos deveres para com os companheiros que nossa consciência moral nos impõe, por exemplo, quando curamos as feridas dos sofredores”.

Para entender a visão judaica de caridade, é útil reconhecer que esse comportamento está regulado por dois tipos de mandamentos do judaísmo. Primeiro, há os mandamentos que são do homem para Deus. Segundo, há os mandamentos que são do homem para com o homem. Restrições alimentares são restrições da categoria de homem para Deus. Esses são princípios morais. As regulamentações sobre transações comerciais apropriadas são exemplos de mandamentos do homem para com o homem. Esses são considerados princípios legais. A caridade pertence à primeira categoria de mandamentos, o que a torna um princípio moral em vez de um princípio legal.



GOVERNO LIMITADO

O quinto axioma da teoria econômica judaica que postulamos é o da ineficiência do governo e dos perigos da concentração de poder. A Torá repetidamente nos adverte sobre a natureza má do governo e da burocracia. A principal advertência está enumerada no primeiro livro de Samuel, quando os Israelitas pedem um rei: “Este é o direito do rei que reinará sobre vós: Ele convocará os vossos filhos e os encarregará de sues carros de guerra e seus cavalos e os fará correr à frente do seu carro; e os nomeará chefes de mil e chefes de cinqüenta, e os fará lavrar a terra dele e ceifar sua seara, fabricar as suas armas de guerra e as peças de seus carros. Ele tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras. Tomará os vossos campos, as vossas vinhas, os vossos melhores olivais, e os dará a seus oficiais. Das vossas culturas e das vossas vinhas ele cobrará o dízimo, que destinará aos seus eunucos e aos seus oficiais. Os melhores dentre os vossos servos e as vossas servas, os vossos bois e os vossos jumentos, ele os tomará para o seu serviço. Exigirá o dízimo dos vossos rebanhos, e vós mesmos vos tornareis seus escravos. Então, naquele dia, reclamareis contra o rei que vós mesmos tiverdes escolhido, mas Deus não vos responderá, naquele dia!” (1 Sam. 8,11-18). O rabino Sacks comparou essas palavras à advertência de Friedrich August von Hayek (1899-1992) na obra “O caminho da servidão” (1944). Dito de forma simples, quando os governos exercem um papel importante na alocação de recursos na sociedade e/ou traçam planos detalhados para as obras de uma economia, nos arriscamos a experimentar níveis cada vez mais altos de opressão para alcançar os objetivos desses planos.



Tradução de Márcia Xavier de Brito
http://www.cieep.org.br/home.php?page=artigossemana&codigo=875

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Como Vender um Cachorro

ERA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.
Quer aumentar suas vendas? É só mudar a direção de seus Argumentos.ERA UMA VEZ um vendedor que estava desempregado. Para não passar fome, ele decidiu vender seu cachorro, um animal de altíssimo nível cachorral, com PHD em latidos e com um currículo real, não fantasioso, em cachorrologia.Procurou um fazendeiro e foi logo argumentando: - O senhor não deseja não comprar um cachorro com pedigree? A resposta do fazendeiro foi um enfático NÃO. Foi aí que o dono do cachorro começou a argumentar: - Mas esse cachorro é especial, ele late melhor que o Luciano Pavaroti. De novo, o fazendeiro disse NÃO.Mas o vendedor não desistiu: - Mas ele corre como um atleta olímpico, caça ratos melhor do que gatos...O fazendeiro, já impaciente, soltou da jaula mais um nervoso NÃO. O insistente vendedor sacou mais um argumento: - Mas o pai deste cachorro foi campeão mundial de caça ao urubu!A resposta do fazendeiro era sempre a mesma: - Ele é um excelente cachorro, mas não estou interessado. O vendedor desanimado, colocou seu cachorro em seu carro velho, freou a tristeza, acelerou a raiva e voltou para sua casa. Quando lá chegou qual foi sua surpresa: encontrou seu primo, um velho sábio, campeão de vendas do passado.O primo campeão ouviu toda a história do parente frustrado e disse: - Vamos voltar lá. Você quer apostar que aquele fazendeiro vai comprar esse cachorro? Impossível!, - eu esgotei todos meus argumentos, aquele cara não compra nem nota de mil reais por cinqüenta centavos.O velho campeão de vendas colocou o cachorro no banco do trás do carro e se mandou para a fazenda. Procurou o mesmo fazendeiro e, depois das apresentações, começou o diálogo: - Que linda fazenda o senhor tem, parabéns. Mas que lindas galinhas, que belos pintinhos! Eu imagino que o senhor não tem problemas aqui com gaviões e outras aves de rapina tentando devorar esses pintinhos, concorda?Ah! esse é um problema terrível, - comentou o fazendeiro, - eu tive até que contratar um empregado para ficar de olho o tempo todo, pois os gaviões atacam mesmo. Puxa, - continuou o vendedor campeão, - que falta faz um cachorro especialista em proteger pintinhos dos gaviões! E eu conheço um cachorro que, se o gavião voar baixinho, ele pula e pega. Inclusive, se o senhor tivesse um cachorro assim, iria economizar em encargos sociais, legais e trabalhistas, pois teria uma folha de pagamento mais enxuta.O senhor tem problemas com ladrões aqui na sua fazenda? - perguntou o sábio campeão. - Na minha fazenda, felizmente, não, mas, na fazenda de meu vizinho, só no semestre passado apareceram dois. - Puxa vida! Mas que falta faz um cachorro que de noite e de dia afugente essa cambada de vagabundos que querem tirar o seu lucro!
Bem, mas de uma coisa eu tenho certeza. Aqui em sua fazenda não há ratos!Todo mundo pensa que não, mas só eu sei o quantos existem!Puxa! Se existisse um cachorro que caçasse ratos tão bem como ratos, mas que fosse amigo do dono, e não da casa, como é o caso dos felinos, seria um bom negócio, concorda?Sim, seria sim!, - concluiu o fazendeiro, entusiasmado.Bem, o velho campeão continuou a argumentar poderosamente. Ele transformava necessidades latentes em evidentes, problemas em soluções e convencia sem manipular. Os argumentos eram claros e fortes. O cachorro ainda ajudaria o fazendeiro a guardar as ovelhas sem que nenhuma fugisse. Dividiria a solidão dos filhos pequenos do fazendeiro, pois todos brincariam com o cachorro que também era jovem. Diminuiria os custos com empregados e por aí vai..Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha.O fazendeiro, descontraído e curioso, disse: - Bem, o senhor chegou aqui em minha fazenda, me deixou com água na boca para conhecer esse cão e agora vai embora? Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim?O senhor quer mesmo conhecê-lo? Claro que sim. Onde ele está?LULUUUU, saia daí debaixo do banco do carro e venha conhecer seu novo dono.E o fazendeiro e o Lulu se conheceram e foram felizes e felizes para sempre.

CONCLUSÕES NADA CANINAS DESTA HISTÓRIA DO CACHORRO:
1. O primeiro vendedor era especialista em cachorros ( produtos ). O segundo era especialista em Clientes. Essa é toda a diferença. Outra coisa: O primeiro vendedor fracassou porque tentou vender características e o segundo vendeu benefícios. É a velha história: não venda a broca, venda o furo. Não venda a faca, venda o corte.
2. Que linda fazenda o senhor tem, parabéns! Este é um recurso mais velho que o cachorro de Pavlov, mas ainda funciona . Elogie com carícias positivas, gere sintonia e sinergia.
3. Você acredita que para vender é necessariamente obrigatório que o comprador veja o produto? Tudo bem, mas note que o primo campeão "merchandizou" nas vitrinas do cérebro do fazendeiro. Ele "vendeu" o cachorro, - antes de mostrá-lo.
4 - Olha, seu Antunes, essa sua fazenda só tem mesmo um defeito: não é minha.Senso de humor ajuda a criar clima motivacional, desarma resistências, favorece a interação social, estreita confiança e afeições, tende a diminuir as objeções e ajuda a vender.
5. - Como é que eu faço para encontrar um cachorro assim?Não é você quem vende. É o Cliente quem compra. Cabe a você criar uma emoção de curiosidade. Pinte quadros mentais, faça o mundo mudar de opinião a seu favor, mas sem esquecer jamais que toda negociação vencedora é sempre ganha-ganha. Para ser um campeão de vendas mude a direção de seus argumentos para os problemas de seu Cliente. Primeiro localize alvos-necessidades. A seguir, atire vantagens e benefícios.Ou, então, saia por aí vendendo burro por cachorro.