CAROS COLEGAS E EMPREENDEDORES, INDICO ESSE BLOG, QUE CONTA A HISTORIA DE DIVERSAS MARCAS.
QUEM SABE UM DIA A HISTÓRIA DE SUA MARCA PODE SER CONTADA AQUI TAMBÉM...
http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/
terça-feira, 20 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
6 LIÇOES DE MADONA PARA TER UMA MARCA FORTE.
Caros Colegas e Empreendedores
Este artigo é sensacional leiam...
6 LIÇÕES DE MADONNA SOBRE COMO CONSTRUIR UMA MARCA.
Este artigo é sensacional leiam...
6 LIÇÕES DE MADONNA SOBRE COMO CONSTRUIR UMA MARCA.
A dica de hoje foi dada por Stanford Smith no blog CopybloggerVamos dar uma olhada em 6 das mais poderosas lições de criação de marca de Madonna.1. Tenha um ponto de vista
“Eu luto pela liberdade de expressão. Pra que as pessoas possam fazer o que você acreditam e ir atrás de seus sonhos.”2. Sempre entregue o que você promete
“Nunca tivemos que cancelar um show.” Ela diz em voz baixa. “Nunca, nunca, nunca.”3. Tenha clareza no que você quer
“Muitas pessoas têm medo de dizer o que querem. É por isso que elas não conseguem o que querem”4. Seja sempre um projeto em andamento
“Sou meu próprio experimento, minha própria obra de arte.”5. Não tenha medo de desagradar algumas pessoas
“Melhor viver um ano de tigre do que cem como ovelha.”6. Não tenha medo de quebrar algumas regras
“Eu não teria feito as cosias dessa forma se não houvessem todos esses valores antiquados para eu me rebelar”.
A dica de hoje foi dada por Stanford Smith no blog Copyblogger
Vamos dar uma olhada em 6 das mais poderosas lições de criação de marca de Madonna.
1. Tenha um ponto de vista
“Eu luto pela liberdade de expressão. Pra que as pessoas possam fazer o que você acreditam e ir atrás de seus sonhos.”
“Eu luto pela liberdade de expressão. Pra que as pessoas possam fazer o que você acreditam e ir atrás de seus sonhos.”
2. Sempre entregue o que você promete
“Nunca tivemos que cancelar um show.” Ela diz em voz baixa. “Nunca, nunca, nunca.”
“Nunca tivemos que cancelar um show.” Ela diz em voz baixa. “Nunca, nunca, nunca.”
3. Tenha clareza no que você quer
“Muitas pessoas têm medo de dizer o que querem. É por isso que elas não conseguem o que querem”
“Muitas pessoas têm medo de dizer o que querem. É por isso que elas não conseguem o que querem”
4. Seja sempre um projeto em andamento
“Sou meu próprio experimento, minha própria obra de arte.”
“Sou meu próprio experimento, minha própria obra de arte.”
5. Não tenha medo de desagradar algumas pessoas
“Melhor viver um ano de tigre do que cem como ovelha.”
“Melhor viver um ano de tigre do que cem como ovelha.”
6. Não tenha medo de quebrar algumas regras
“Eu não teria feito as cosias dessa forma se não houvessem todos esses valores antiquados para eu me rebelar”.
“Eu não teria feito as cosias dessa forma se não houvessem todos esses valores antiquados para eu me rebelar”.
quarta-feira, 14 de março de 2012
CONSÓRCIO OU FINANCIAMENTO: QUAL É MELHOR FORMA PARA COMPRAR SEU VEÍCULO?
Caros colegas
Esse artigo é muito esclarecedor no sentido de como comprar um bem de valor, por exemplo um veiculo.
Consórcio ou Financiamento: qual a melhor forma para a compra do meu carro?
A compra do carro novo é um dos objetivos encontrados nas metas dos brasileiros. Como acontece em quase todos os consumos, o planejamento adequado é, muitas vezes, negligenciado.
Desde a desaceleração econômica mundial, após a crise de 2008, tivemos uma enxurrada de incentivos produtivos e comerciais por conta das montadoras e empresas de financiamento do setor automotivo.
Infelizmente, o crescimento aconteceu de forma desordenada e, atualmente, os níveis de inadimplência do setor são maiores que os desejáveis. Cenário que já era previsível, afinal de contas, parcelar um veículo em 72 meses, sem saber ao certo se a renda para pagamento ainda existirá durante todo o período, não é uma decisão tão prudente.
O curioso é que, ao observar as taxas de crescimento dos consórcios automotivos neste mesmo período, não percebemos os mesmos índices de expansão dos financiamentos. Mas, porque isto acontece? Será que é devido à falta de conhecimento sobre o produto?
O consórcio é uma modalidade de aquisição de bens muito interessante, com taxas de administração bem menores que os financiamentos, portanto, uma alternativa de consumo que deve ser avaliada antes da decisão de compra, para os que não possuem ou não pretendem utilizar o valor total do bem na sua compra.
A compra por consórcio se dá mediante a utilização de uma carta de crédito, que pode ser obtida através de lance comtemplado ou sorteio. Esta carta pode ter diferentes valores a depender do objetivo de consumo, ou seja, se pretendo comprar um veículo de 50 mil reais, precisarei de uma carta de crédito diferente de quem irá comprar um bem de 20 mil reais.
Todo consórcio possui uma administradora que é responsável por funções que vão desde a elaboração do material publicitário e estrutura de vendas até a própria formação dos grupos.
Toda administradora de consórcio possui consorciados, segregados pelo valor de objetivo da carta, que reúnem o seu capital mês a mês, no sentido de, coletivamente, conseguirem ter as suas cartas contempladas.
Cada grupo possui um número de cartas sorteadas por mês (você precisa buscar esta informação com a administradora) e os lances dependerão do momento do grupo. Percebam que se um grupo se formar hoje e eu começar a participar dele, os valores de lances serão altos (pois muitos participantes já entrarão no grupo com capital necessário para ser contemplado), as chances de sorteio menores (devido ao grande número de participantes não contemplados) e a parcela baixa (pois o grupo ainda está começando e todos estão contribuindo mês a mês).
Quando encontramos um grupo em andamento, os valores de lance já serão menores (pois a maioria que possuía capital para ser contemplado já o efetuou), as chances de sorteio maiores (pois agora existem menos participantes não contemplados) e o valor mensal de pagamento maior para novos entrantes (pois o grupo já está correndo e eu não conseguirei mais pagar o valor da parcela de quando ele foi formado). Entenda que o pior cenário possível seria ser o último a receber a carta, e neste caso, o valor de pagamento mensal tem que “bater” com o valor total a ser pago pela carta. Se eu entro num grupo em formação, o valor da parcela tem que ser maior, pois o prazo é menor e o valor total a ser pago é o mesmo.
O principal benefício do consórcio é a possibilidade de se planejar. Como as taxas de administração são menores (em torno de 15 a 20%), as parcelas também são menores que o financiamento, ou seja, caso eu esteja querendo comprar um veículo, basta eu começar a pagar um grupo que a parcela se encaixe no meu orçamento que, em algum momento, eu serei contemplado com a carta. Caso eu tenha urgência, basta que eu procure um grupo em andamento em que o valor do lance que contemplará a carta se encaixe nas minhas possibilidades (assim como a parcela deste grupo que, como vimos, será necessariamente maior).
O consórcio acaba não sendo uma boa opção apenas para os que não possuem capital para um lance e têm urgência para comprar o veículo.
Estes, infelizmente, precisarão “cair no financiamento” e passar a pagar um valor maior de administração e parcela à financeira em troca da oportunidade de comprar imediatamente o carro.
Da próxima vez que for comprar um veiculo, avalie antes e planeje, pois você provavelmente conseguirá um modelo de compra mais interessante do que o financiamento, nos modelos de consórcio atuais.
Desde a desaceleração econômica mundial, após a crise de 2008, tivemos uma enxurrada de incentivos produtivos e comerciais por conta das montadoras e empresas de financiamento do setor automotivo.
Infelizmente, o crescimento aconteceu de forma desordenada e, atualmente, os níveis de inadimplência do setor são maiores que os desejáveis. Cenário que já era previsível, afinal de contas, parcelar um veículo em 72 meses, sem saber ao certo se a renda para pagamento ainda existirá durante todo o período, não é uma decisão tão prudente.
O curioso é que, ao observar as taxas de crescimento dos consórcios automotivos neste mesmo período, não percebemos os mesmos índices de expansão dos financiamentos. Mas, porque isto acontece? Será que é devido à falta de conhecimento sobre o produto?
O consórcio é uma modalidade de aquisição de bens muito interessante, com taxas de administração bem menores que os financiamentos, portanto, uma alternativa de consumo que deve ser avaliada antes da decisão de compra, para os que não possuem ou não pretendem utilizar o valor total do bem na sua compra.
A compra por consórcio se dá mediante a utilização de uma carta de crédito, que pode ser obtida através de lance comtemplado ou sorteio. Esta carta pode ter diferentes valores a depender do objetivo de consumo, ou seja, se pretendo comprar um veículo de 50 mil reais, precisarei de uma carta de crédito diferente de quem irá comprar um bem de 20 mil reais.
Todo consórcio possui uma administradora que é responsável por funções que vão desde a elaboração do material publicitário e estrutura de vendas até a própria formação dos grupos.
Toda administradora de consórcio possui consorciados, segregados pelo valor de objetivo da carta, que reúnem o seu capital mês a mês, no sentido de, coletivamente, conseguirem ter as suas cartas contempladas.
Cada grupo possui um número de cartas sorteadas por mês (você precisa buscar esta informação com a administradora) e os lances dependerão do momento do grupo. Percebam que se um grupo se formar hoje e eu começar a participar dele, os valores de lances serão altos (pois muitos participantes já entrarão no grupo com capital necessário para ser contemplado), as chances de sorteio menores (devido ao grande número de participantes não contemplados) e a parcela baixa (pois o grupo ainda está começando e todos estão contribuindo mês a mês).
Quando encontramos um grupo em andamento, os valores de lance já serão menores (pois a maioria que possuía capital para ser contemplado já o efetuou), as chances de sorteio maiores (pois agora existem menos participantes não contemplados) e o valor mensal de pagamento maior para novos entrantes (pois o grupo já está correndo e eu não conseguirei mais pagar o valor da parcela de quando ele foi formado). Entenda que o pior cenário possível seria ser o último a receber a carta, e neste caso, o valor de pagamento mensal tem que “bater” com o valor total a ser pago pela carta. Se eu entro num grupo em formação, o valor da parcela tem que ser maior, pois o prazo é menor e o valor total a ser pago é o mesmo.
O principal benefício do consórcio é a possibilidade de se planejar. Como as taxas de administração são menores (em torno de 15 a 20%), as parcelas também são menores que o financiamento, ou seja, caso eu esteja querendo comprar um veículo, basta eu começar a pagar um grupo que a parcela se encaixe no meu orçamento que, em algum momento, eu serei contemplado com a carta. Caso eu tenha urgência, basta que eu procure um grupo em andamento em que o valor do lance que contemplará a carta se encaixe nas minhas possibilidades (assim como a parcela deste grupo que, como vimos, será necessariamente maior).
O consórcio acaba não sendo uma boa opção apenas para os que não possuem capital para um lance e têm urgência para comprar o veículo.
Estes, infelizmente, precisarão “cair no financiamento” e passar a pagar um valor maior de administração e parcela à financeira em troca da oportunidade de comprar imediatamente o carro.
Da próxima vez que for comprar um veiculo, avalie antes e planeje, pois você provavelmente conseguirá um modelo de compra mais interessante do que o financiamento, nos modelos de consórcio atuais.
Fonte: ABAC
terça-feira, 13 de março de 2012
MARCA COMO DIFERENCIAL DE MERCADO.
A marca como diferencial estratégico
Caros colegas essa reportagem é sensacional e explica a importância da marca como um diferencial estratégico.
Transcrevo aqui alguns trechos da entrevista concida por Luciano Does, Diretor Presidente do Gad' Branding & Design, ao siteMundo do Marketing. Ele explica como as empresas podem enfrentar o desafio de gerenciar este elemento intangível que é a marca, uma vez que elas são entendias como um diferencial estratégico para os negócios.
Especialista em estratégia, criação e gestão de marcas, Luciano explica sobre a necessidade de uma reflexão estratégica e de um posicionamento claro para o sucesso das marcas. Ele fala ainda da pressão por comprovar o retorno sobre o investimento e do mito de que fazer Branding é um trabalho de longo prazo. Confira:
"Como qualquer negócio, as empresas acabaram ampliando o seu foco e quem era orientado para a questão da identidade corporativa teve mais intimidade e maior reflexão sobre a questão da marca, que a partir da década de 1990 acabou assumindo uma dimensão mais relevante para as organizações. A partir de uma perspectiva de mercados globais e de comoditização dos produtos, as marcas começaram a serem entendidas como um diferencial estratégico. Então, passa a se entender que algo intangível e emocional pode ser um elemento de preferência. Agora, o maior desafio para as empresas tem sido saber gerenciar este elemento intangível que é a marca".
"O Branding traz à tona a necessidade de uma reflexão estratégica e de um posicionamento claro e com a preocupação de um processo de gestão ampliado. A questão de criar relevância (para o consumidor) se todo mundo se posiciona igual é uma discussão do contexto do Branding porque é uma reflexão de posicionamento muito mais alinhada à cultura das organizações do que efetivamente oportunidade de mercado".
"O que acontece é que todo mundo fica procurando oportunidade de mercado para se posicionar e o mercado muda todo dia. E aí a cada dia há um posicionamento diferente. Isso acaba gerando uma crise de identidade dentro das empresas. É preciso que as empresas se dêem conta de um posicionamento efetivo, sustentado e de longo prazo alinhada à cultura e aos valores da empresa".
"Se uma empresa diz que tem um problema de identidade dentro da organização, que os seus funcionários não reconhecem os valores e não se alinham a eles, pode-se fazer uma avaliação de curto prazo a partir de um trabalho de posicionamento e de alinhamento interno que vou medir a partir de uma pesquisa de clima organizacional. O importante é saber exatamente a dimensão do resultado desejado e estabelecer métricas".
"Hoje existem processos com um conjunto de indicadores que medem o valor, impactos e resultados da marca. Existem várias formas, mais ou menos efetivas. Temos trabalhado com uma empresa parceria, que é a Brand Analytics, que é focada em métricas e avaliação de marcas. Isso é uma preocupação nossa porque não dá para alocar investimentos sem conseguir medir".
"Fundamentalmente a marca se expressa em três coisas: produtos e serviços, a cultura da organização e da política de responsabilidade corporativa. Ou seja, cada vez mais é exigido uma postura de responsabilidade corporativa e a marca tem que trazer dentro do seu posicionamento qual é a proposta dela dentro deste contexto".
"Espera-se hoje que as empresas tenham um posicionamento claro em relação ao seu ambiente e a marca é um instrumento que vai trazer este discurso. Tem sido para algumas organizações, como Banco Real e Natura, o centro do seu posicionamento nesta questão, mas não necessariamente precisa ser só este o caminho".
Fonte: Por Bruno Mello, in www.mundodomarketing.com.br
http://gecorp.blogspot.com/2007/03/marca-como-diferencial-estratgico.html
Especialista em estratégia, criação e gestão de marcas, Luciano explica sobre a necessidade de uma reflexão estratégica e de um posicionamento claro para o sucesso das marcas. Ele fala ainda da pressão por comprovar o retorno sobre o investimento e do mito de que fazer Branding é um trabalho de longo prazo. Confira:
"Como qualquer negócio, as empresas acabaram ampliando o seu foco e quem era orientado para a questão da identidade corporativa teve mais intimidade e maior reflexão sobre a questão da marca, que a partir da década de 1990 acabou assumindo uma dimensão mais relevante para as organizações. A partir de uma perspectiva de mercados globais e de comoditização dos produtos, as marcas começaram a serem entendidas como um diferencial estratégico. Então, passa a se entender que algo intangível e emocional pode ser um elemento de preferência. Agora, o maior desafio para as empresas tem sido saber gerenciar este elemento intangível que é a marca".
"O Branding traz à tona a necessidade de uma reflexão estratégica e de um posicionamento claro e com a preocupação de um processo de gestão ampliado. A questão de criar relevância (para o consumidor) se todo mundo se posiciona igual é uma discussão do contexto do Branding porque é uma reflexão de posicionamento muito mais alinhada à cultura das organizações do que efetivamente oportunidade de mercado".
"O que acontece é que todo mundo fica procurando oportunidade de mercado para se posicionar e o mercado muda todo dia. E aí a cada dia há um posicionamento diferente. Isso acaba gerando uma crise de identidade dentro das empresas. É preciso que as empresas se dêem conta de um posicionamento efetivo, sustentado e de longo prazo alinhada à cultura e aos valores da empresa".
"Se uma empresa diz que tem um problema de identidade dentro da organização, que os seus funcionários não reconhecem os valores e não se alinham a eles, pode-se fazer uma avaliação de curto prazo a partir de um trabalho de posicionamento e de alinhamento interno que vou medir a partir de uma pesquisa de clima organizacional. O importante é saber exatamente a dimensão do resultado desejado e estabelecer métricas".
"Hoje existem processos com um conjunto de indicadores que medem o valor, impactos e resultados da marca. Existem várias formas, mais ou menos efetivas. Temos trabalhado com uma empresa parceria, que é a Brand Analytics, que é focada em métricas e avaliação de marcas. Isso é uma preocupação nossa porque não dá para alocar investimentos sem conseguir medir".
"Fundamentalmente a marca se expressa em três coisas: produtos e serviços, a cultura da organização e da política de responsabilidade corporativa. Ou seja, cada vez mais é exigido uma postura de responsabilidade corporativa e a marca tem que trazer dentro do seu posicionamento qual é a proposta dela dentro deste contexto".
"Espera-se hoje que as empresas tenham um posicionamento claro em relação ao seu ambiente e a marca é um instrumento que vai trazer este discurso. Tem sido para algumas organizações, como Banco Real e Natura, o centro do seu posicionamento nesta questão, mas não necessariamente precisa ser só este o caminho".
Fonte: Por Bruno Mello, in www.mundodomarketing.com.br
http://gecorp.blogspot.com/2007/03/marca-como-diferencial-estratgico.html
sexta-feira, 9 de março de 2012
A IMPORTANCIA DA MARCA PARA EMPRESA DE SERVIÇOS
Caros Colegas
Quero compartilhar com todos esse artigo, pois ele é muito esclarecedor no sentido da marca como fator de diferenciação para empresas se serviço.
A importância da marca para as empresas de serviços
Este artigo aborda um ativo das empresas que cada vez mais ganha importância e atenção junto ao mercado: A Marca. Dada a sua importância e, se corretamente trabalhada, a marca pode se tornar um bem valioso para as empresas. No setor de serviços, as marcas têm o papel vital de diferenciar, na mente do consumidor, um sem número de ofertas lançadas no mercado diariamente. Neste contexto a marca é um componente fundamental dentro do processo, onde cria estruturas mentais no consumidor que farão a diferença na hora decidir por um serviço ou outro, além de ser um bem intangível de alto valor, se corretamente trabalhada.
Uma marca é um nome diferenciado e/ou símbolo (tal como um logotipo, marca registrada, ou desenho de embalagem) destinado a identificar os bens ou serviços de um vendedor ou de um grupo de vendedores a diferenciar esses bens e serviços daqueles dos concorrentes.
O papel da marca é identificar o fabricante e permitir que os consumidores - finais ou organizacionais - identifiquem suas características e atribuam a responsabilidade do produto/serviço ao seu fabricante/prestador.
Nesse sentido, o branding pode ser visto como um meio poderoso de garantir uma maior visibilidade para sua empresa com relação ao concorrente além de um melhor desempenho perante o mercado gerando automaticamente uma maior lucratividade. O papel principal do branding é criar modelos e estruturas mentais que ajudem o consumidor a identificar e organizar seu conhecimento sobre o serviço para que ele possa tornar sua tomada de decisão mais esclarecida, por conseqüência agregando mais valor à marca e à empresa. O resultado deste trabalho chama-se brand equity. que é um conjunto de ativos e passivos ligados a uma marca, seu nome e seu símbolo, que se somam e se subtraem do valor proporcionado por um produto ou serviço para uma empresa e/ou para os consumidores dela. É a mensuração, o resultado das estratégias de branding.
A conscientização e o significado da marca contribuem para o patrimônio da marca (brand equity) junto a clientes experientes, porém não com a mesma intensidade. Da mesma forma que as experiências do cliente moldam desproporcionalmente o significado da marca, afetam de forma desproporcional o patrimônio da marca. O patrimônio da marca é o efeito diferencial na resposta do cliente ao marketing da marca, efeito este resultante da conscientização e do significado da marca combinados. As empresas prestadoras de serviços com as marcas mais fortes revelam um esforço inconsciente de ser diferente e um esforço consciente para conseguir construir uma personalidade da marca distinta.
As prestadoras de serviços constituem um meio poderoso para construir significado e valor de marca. Com o seu desempenho no trabalho, as prestadoras de serviço transformam uma marca articulada pelo profissional de marketing em uma marca vivenciada pelo cliente. As empresas prestadoras de serviço são consideradas grandes construtoras mentais de marcas e geradoras de valor de marca para o consumidor, dando um significado diferenciado para a experiência. O fato de o cliente consumir o processo e não o resultado faz com que o contato entre a organização e o consumidor seja maior e mais próximo. Desta forma a empresa possui todos os ingredientes e condições favoráveis para criar uma atmosfera que possibilite o cliente vivenciar não somente uma visão de marca, mas sim uma realidade de marca.
Assim, o branding, tem participação fundamental na construção de uma percepção forte de marca e do discernimento por parte do consumidor na hora de identificar e organizar seu conhecimento sobre o serviço oferecido, tornando sua tomada de decisão mais esclarecida e, por conseqüência, agregando mais valor à marca e à empresa. É através dele que ocorre a tangibilização do serviço, aumentando a percepção de valor por parte do consumidor. O sucesso das estratégias de branding gira em torno da convicção que o cliente tem com relação à diferença entre um serviço e outro. O uso da criatividade por parte dos profissionais de marcas é um ponto positivo e que pode ser visto como um diferencial entre os concorrentes, porém lembrando sempre que os primeiros "clientes" a serem conquistados são os próprios profissionais da empresa.
Se corretamente gerenciadas, as marcas têm o grande poder de influenciar o consumidor a optar por este ou outro serviço, desde que esta o lembre de experiências positivas sobre a organização. As marcas também podem se tornar bens intangíveis incrivelmente valiosos para as empresas se forem trabalhadas corretamente e vistas por seus gestores como um capital que agrega valor à empresa e seus produtos/serviços.
quarta-feira, 7 de março de 2012
MARCA SEM REGISTRO É MARCA SEM DONO
Todo mundo tem um sonho na vida; não é verdade?
A marca de uma empresa é a simbologia de um sonho realizado por alguém, porém esse sonho precisa ter legitimidade, ou seja , ser real é tudo que é real tem um dono, certo?
Segundo a lei da Propriedade Industrial, conforme o artigo 124- MARCA SEM REGISTRO É MARCA SEM DONO.
Segundo o art.124 da LPI, não são registráveis os "sinais de caráter genérico, quando tiver relação com outro produto ou serviço a distinguir." Também não pode se registrar quando for uma "reprodução ou imitação, no topo ou em parte, ainda que com acréscimo, e marca alheia registrada". A Lei marcária brasileira não protege os sinais sonoros, gustativos e olfativos.
A marca de uma empresa é a simbologia de um sonho realizado por alguém, porém esse sonho precisa ter legitimidade, ou seja , ser real é tudo que é real tem um dono, certo?
Segundo a lei da Propriedade Industrial, conforme o artigo 124- MARCA SEM REGISTRO É MARCA SEM DONO.
Segundo o art.124 da LPI, não são registráveis os "sinais de caráter genérico, quando tiver relação com outro produto ou serviço a distinguir." Também não pode se registrar quando for uma "reprodução ou imitação, no topo ou em parte, ainda que com acréscimo, e marca alheia registrada". A Lei marcária brasileira não protege os sinais sonoros, gustativos e olfativos.
O registro da sua marca garante a exclusividade e protege contra quem queiram usar um nome igual ou semelhante. Os advogados encarregados de seu registro se encarregarão de cada um dos trâmites em que estes serviços implicam.
A marca é o símbolo ou sinal distintivo que identifica um produto, serviço ou empresa. Podendo ser desenhos, letras estilizadas e logotipo. A marca é o sinal distintivo que identifica o seu produto e o seu serviço. A validade de um registro de marca é de dez anos, a partir da sua concessão. Após os dez anos o registro pode ser prorrogado por mais dez anos e assim sucessivamente.
Voce batalhou tanto para chegar onde chegou, vai correr o risco de perder sua marca, sua empresa, etc..?
Pense sobre isso...
Prof Davi Domingues - Consultor de marcas
Fonte:http://www.inpi.gov.br/
COMO GANHAR DINHEIRO COM A MINHA MARCA?
Caros Colegas
Se você é empresario, saiba que tem um bem valioso nas mãos , a sua marca.
Se não está conseguindo ganhar dinheiro com ela, desculpe-me mas o problema pode estar em sua gestão.
O artigo abaixo esclarece sobre esse assunto:
Se você é empresario, saiba que tem um bem valioso nas mãos , a sua marca.
Se não está conseguindo ganhar dinheiro com ela, desculpe-me mas o problema pode estar em sua gestão.
O artigo abaixo esclarece sobre esse assunto:
Como fazer a marca da sua empresa uma verdadeira construtora de valores
Carlos Dranger, responsável pela mudança de marcas como Vale, Kibon, Riachuelo e Banco do Brasil, revela com exclusividade ao Portal Administradores, o segredo das marcas de sucesso
Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br
Em todo lugar, mas em todo lugar mesmo, você encontrará os mais diferentes tipos de marcas e logotipos. Na padaria da esquina, no armazém de cimento, na grande multinacional. Todos eles possuem um "símbolo" e nome que os diferenciam uma das outras.
Algumas fixam tanto em nossa cabeça que basta olharmos as cores da marca ou até o toldo de uma de suas lojas, para sabermos exatamente quem a representa. Claro que nem todas fazem sucesso, afinal, são milhares espalhadas em todas as cidades e muitas são tão confusas que, realmente, são de difícil compreensão.
Só que mais do que uma simples forma do público reconhecer, as marcas representam os valores de uma organização, explica Carlos Dranger, diretor da Cauduro, empresa de branding e design.
O especialista, que foi responsável pela mudança de marcas como Vale, Kibon, Riachuelo, EPTV, BM&F Bovespa, Banco do Brasil, entre outras, em coversa com o Portal Administradores, explica que é muito importante saber a forma de expor a marca e revela alguns segredos de grandes organizações consolidadas no mercado. Confira a entrevista completa:
Administradores - Muito se fala na importância da marca e na valorização dela. Mas, com toda sua experiência adquirida na profissão, o que uma marca representa verdadeiramente para uma empresa?
Carlos Dranger - Cada vez mais, as empresas percebem que suas marcas são seu maior ativo. Há vários casos em que o valor da marca é maior do que o valor da própria empresa. Esta preocupação não é só daquelas que são B2C (que tem contato direto com o consumidor final), mas também das empresas B2B (que não tem aquele contato). A marca tangibiliza a empresa na cabeça do consumidor ou de outros públicos. Não é à toa que as empresas investem cada vez mais para ter a preferência: todas querem que a sua marca seja a primeira e a mais lembrada. Uma marca desejada gera "musculatura" para as empresas crescerem e inovarem, além de maiores margens.
É fácil notar o uso indevido da própria imagem por diversas empresas. Marcas sendo associadas a eventos e campanhas depreciativas, aparecendo intensamente na mídia independente da maneira e, algumas vezes, se transformando em "chacota" nas redes sociais. Existe um limite de divulgação para "estar bem junto aos consumidores" entre "acabar perdendo valor junto ao público alvo"? O importante, em sua opinião, é aparecer muito ou aparecer nas horas certas?
Aparecer nas horas certas, com certeza. Aparecer nos locais apropriados. Marca é expressão de valor, não é registro de propriedade. Aplicar automaticamente a marca em tudo é banalizá-la. Algumas empresas põem até no capacho de entrada. Que tal limpar os pés na marca, e que aparência ela ganha? As redes sociais estão abrindo caminhos surpreendentes, dando voz aos consumidores, alastrando-se de maneira impressionante. As promessas "embutidas" na marca precisam ser cuidadosamente planejadas e cumpridas, caso contrário o risco aumenta, e é a marca que vai sair no retrato depreciativo.
Você foi responsável pela mudança de importantes marcas brasileiras. Por que é necessária essa "revitalização" de um slogan ou de uma marca inteira? Quais são os ganhos com isso?
O mundo muda, as pessoas mudam, hábitos e comportamentos também. Renovar a marca é um processo natural, para manter-se conectado com o mundo e com as pessoas. Atributos novos também surgem. Exemplo: sustentabilidade. As empresas estão cada vez mais sintonizadas com este tema, as empresas investem para tornar sua operação mais sustentável, e evidentemente querem comunicar isso, pois agrega valor à sua marca. Há outras razões também, por exemplo, de empresa que aumenta seu portfólio de produtos, passando a atuar em novos mercados. Às vezes, a marca daquela empresa não comunica atributos que passam a ser importante nestes novos mercados.
Entre os seus trabalhos já realizados com as mudanças de marca, qual foi aquele (ou quais foram aqueles) que você destacaria? Por quê?
Os casos de renovação são mais frequentes do que os de criação de marca do zero. Poderia citar muitos, tais como Banco do Brasil, Riachuelo, Tigre, Drogasil, e o maior deles: Vale. Destaco todos, pois a renovação foi amplamente acompanhada pelo mercado, tinham uma motivação estratégica muito clara, e foram bem sucedidas.
Quais são os tópicos essenciais que as empresas, principalmente as micro-empresas, devem avaliar na construção de sua marca?
Uma boa marca tem que ser diferenciada e memorável, além de comunicar com clareza o posicionamento da empresa e seus valores. As empresas devem refletir muito sobre o "quem somos e o que queremos ser no futuro", quais são suas crenças e valores, antes de iniciar um processo de construção de marca. Porque estes atributos serão a base para a criação da marca, e a base para seleção da melhor alternativa dentre as que lhes forem apresentadas. Isto deve sempre sobrepujar o famoso "gosto/não gosto".
O Interbrand avalia anualmente o valor das marcas de uma empresa. Esse valor, muitas vezes, ultrapassa o valor de mercado da Companhia, como você mesmo já citou. Mas como você avalia essa questão: marcas que valem mais do que as próprias empresas?
De fato, se trata de uma relação de apego do consumidor com a marca, que às vezes até transcende e se torna passional. Vou dar o exemplo mais óbvio: Apple. Uma empresa que nasceu com a missão de tornar a vida das pessoas mais simples e melhor, que não se esqueceu disto em nenhum momento, na concepção do produto, na embalagem, na forma de se comunicar. Isto lhe dá um poder gigantesco, um voto de confiança "a priori", e lhe permite trabalhar com margens de lucro maiores, refletindo no seu resultado e, consequentemente, no seu valor de mercado.
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